Alagoas
HEMOAL
Avenida Jorge de Lima, 58 - Trapiche -
(82) 315 2102 e 315 2109
Amazonas
HEMOAM - Manaus
Av. Constantino Nery, 4387 - Chapada - próximo ao Estádio
Vivaldão
(92) 656-4020, ramal 26
Brasília
- DF
Central de Captação de Órgãos -
SMHS-Hospital de Base do DF, mezanino, sala 102
(61) 325 5055
Goiânia
HEMOG
Av. Anhanguera, 5195, Setor Coimbra
(62) 291 5020 / 2915023
Obs: Ccomparecer de 2ª à 5ª feira das 7h30min
às 11h e procurar o Serviço de Psicologia - Não
é necessário agendar horário com
antecedência.
SANTA CASA DE
GOIÂNIA
Rua Campinas, 1135
Tel. (62) 254-4056
Resp. Dr. Fernando Vinhal
Minas Gerais
HEMOMINAS
Rua Domingos Vieira, 319 - 2# andar - Santa Efigênia
Belo Horizonte - MG
Tel. (31) 241-6333
Responsável: Dra. Anna Carneiro
Mato Grosso do Sul
HEMOSUL
Av. Fernando Correia da Costa, 1304
Campo Grande - MS
Tel. (67) 382-3264 e (67) 321 8877
(Central Estadual de Transplantes)
OBS: Maiores informações
podem ser obtidas com Dina no telefone (67) 312 1500
Responsável: Dr. Paulo Júnior
Pará
HEMOPA
Travessa Padre Eutiquio, 2109
Belém - Pará
Tel. (91) 242-9100
Responsável: Dra. Zenilda Beatrimi
Paraná
HEMOPAR - Hemocentro Regional de Cascavel
Rua Avaetés, nº 370 (fundos do Hospital
Universitário) - Bairro Santo Onofre
(45) 226-4549 ou e-mail: sesahemo@pr.gov.br
HEMEPAR - Curitiba
Rua João Prosdóscimo, 145 (atrás do Hospital
Oswaldo Cruz-
(41) 362 2030
Rio de Janeiro
HEMORIO
Rua Frei Caneca, 8 - Centro
Rio de Janeiro - RJ
Tel. (21) 2240-2494 - 2232-6919 - 2224-7030
Responsável: Dra. Katia Machado
Rio Grande do Norte
HEMONORTE - Natal
Av. Almirante Alexandrino de Alencar, s/nº, próximo
ao Bosque dos Namorados - Natal / RN
telefone (84) 232 6724 / 232 6702 Dra. Rose (para agendar data para o
cadastramento)
Rio Grande do Sul
CENTRAL DE TRANSPLANTES DO RIO GRANDE DO SUL
Tel. (51) 3217-1616 ou (51) 3219-1900
OBS: Será feito o agendamento e indicação do local
mais próximo para se fazer o teste.
SANTA CASA DE PORTO ALEGRE
Hospital Dom Vicente Schrer
Av. Independência, 155 - Porto Alegre
Tel. (51) 3214-8670
Responsável: Dr. Jorge Neumann
São Paulo
HEMOREDE-SP
Av. Dr. Arnaldo, 351
Sào Paulo - SP
Tel. (11) 853-2254
Responsável: Dr. Dimas Tadeu
HEMOCENTRO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA - SP
Rua Marquês de Itú, 579 - Vila Buarque (próximo ao
Metrô Santa Cecília)
São Paulo - SP
Informações:
pelo email: medulaossea@doadores.org
Responsável: Dra. Carmen Vergueiro
OBS: Horários disponíveis para fazer o exame: de 2ª
à 6ª feira das 7h às 18h e aos sábados das 7h
às 15h. Não é necessário
agendar com antecedência. (estacionamento gratuito na Rua
Dr. Césario
Mota Júnior, nº 112)
(11) 3226-7258 ou 3224-0122 ramal 5989
UNICAMP - Campinas
Rua Carlos Chagas, 480 (próximo ao
Hospital do HC dentro do campus da Unicamp) - E-mail: doadordemedula@unicamp.com.br
Comparecer pessoalmente para abertura de cadastro no endereço
acima munido do documento de identidade.
Horário
para abertura de cadastro: 2ª a 6ª feira das 9h às 15h
(19) 3788-8705
HEMONÚCLEO - Jaú
Rua Dona Silvéria, nº 150 (junto ao Hospital Amaral
Carvalho)
(14) 620 1356
OBS: Agendar data para assistir uma palestra e uma fita de
vídeo sobre doação de medula e posteriormente a
convocação para a coleta de uma amostra de sangue.
HEMOCENTRO
DE RIBEIRÃO PRETO
Rua Tenente Catão Roxo, 2501 - campus da USP
Tel. 0800-996049 - de 2ª à 6ª das 8h às
17h e fazer um pré-cadastro. Posteriormente, o Hemocentro
entrará em contato agendando a data para comparecimento em uma
palestra e coleta do sangue.
Santa Catarina
HEMOSC
Avenida Othon Gama d'Eça, s/n - Centro - ao lado do Hospital
Celso Ramos
Tel. (48) 251 9733
OBS: Não é
necessário agendar com antecedência, basta comparecer
levando R.G.
Para saber onde se cadastrar como doador de medula óssea em outras localidades ligue para o Disque Saúde - Telefone: 0800- 611997
Para a busca de um
doador
compatível para o transplante de medula óssea entre em
contato
com:
REDOME
Rua Sacadura Cabral, 178, Anexo 4, 4ºandar (bairro Saúde -
Hospital dos Servidores do Estado)
20221-161 Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2291 3131 ramais 3301 e 3579
Tel/Fax: (21) 2233 9716
http://www.inca.gov.br/
redome@inca.gov.br
O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e algumas outras doenças do sangue.
Qualquer pessoa entre 18
e
55 anos com boa saúde poderá doar Medula
Óssea.
Esta é retirada do interior de ossos da bacia, através de
punções e se recompõe em apenas 15 dias.
Tudo seria muito simples e fácil, se
não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do
doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula
compatível pode chegar a UMA
EM UM MILHÃO. Por isso, são organizados Bancos de
Doadores de Medula Óssea, cuja função é
cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de
transplante,
esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador
compatível, ele será convidado a fazer a
doação. Para o doador, a doação será
apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a
diferença entre a vida e a morte. A doação de medula óssea
é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
Você gostaria de doar?
1. Você precisa ter
entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de
saúde.
2. Ligue para o Disque Saúde 0800 611997,
para
o CEMO - Centro de Transplante de Medula Óssea (21) 2506 6215 ou
REDOME - Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea, do
INCA, no
Rio de Janeiro: (21) 2233 9716. 3. Será retirada por sua veia uma pequena
quantidade de sangue (10ml). 4. Seu sangue será tipado para HLA, que
é um teste de laboratório para identificar sua
genética.
5. Seu tipo de HLA será colocado em nosso
cadastro. 6. Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade
será verificada. 7. Se você for compatível com o
paciente, outros exames de sangue serão necessários. 8. Se a compatibilidade for confirmada, você
será consultado para decidir quanto à
doação. 9. Seu atual estado de saúde será
então avaliado. 10. A doação é um procedimento
que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia geral, e requer
internação por um mínimo de 24 horas.
ORIENTAÇÕES
PARA DOADORES DE MEDULA
O que é
medula óssea?
A medula óssea, encontrada no
interior dos ossos, produz os componentes do sangue, incluindo as
células brancas, agentes mais importantes do sistema de defesa
do nosso organismo.
Quem necessita de
transplante de medula óssea?
Pacientes com produção
anormal de células sangüíneas, geralmente causada
por algum tipo de câncer no sangue, como, por exemplo, leucemias.
Além de portadores de aplasia de medula ou pacientes cuja medula
tenha sido
destruída por irradiação, etc.
Quais as chances
de
se encontrar um doador compatível?
Estima-se que seja por volta de 35%
entre doadores parentes e de 0,1% entre pessoas não aparentadas.
A compatibilidade é medida pela semelhança de
antígenos entre doador e receptor.
O que acontece se
não há um doador compatível entre os familiares do
paciente?
Procura-se um doador compatível
num Banco de Medula Óssea. O Banco necessita de um número
elevado de voluntários para aumentar a possibilidade de
encontrar um doador compatível.
Se um doador
compatível é encontrado, o que acontece?
O próximo passo é ter
certeza de que ele quer fazer a doação.
O que acontece com
o doador antes da doação?
Ele passa por um exame clínico
para certificar seu bom estado de saúde. Não há
nenhuma exigência quanto a mudanças de hábitos de
vida,
de trabalho ou de alimentação.
Como a medula
é removida?
Os doadores passam por uma pequena cirurgia de aproximadamente 90
minutos. São feitas de 4 a 8 punções na
região pélvica posterior para aspirar a medula.
Qual a quantidade
de medula óssea extraída?
Menos de 10%. Dentro de poucas semanas a
medula doada será recomposta pelo doador.
Quais são
os
riscos para os doadores?
Os riscos são praticamente
inexistentes. Até hoje não há relato de nenhum
acidente
grave devido a este procedimento. Os doadores costumam relatar um pouco
de dor no local da punção.
Como os pacientes
recebem a medula óssea?
Depois de um tratamento que
destrói a própria medula, o paciente recebe a nova medula
por meio de
transfusão. Em duas semanas, a medula transplantada já
estará produzindo células novas.
FAQ - Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea
O que é medula óssea?
É um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por "tutano". Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Pelas hemácias, o oxigênio é transportado dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico é levado destas para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo, inclusive nos defende das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.
Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?
Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.
O que é transplante de medula óssea?
É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. O transplante pode ser autogênico, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Quando é necessário o transplante?
Em doenças do
sangue como a Anemia Aplástica Grave e em alguns tipos de
leucemias,
como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide
Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma
Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode estar
indicado.
Anemia Aplástica: É uma
doença que se caracteriza pela falta de produção
de células do sangue na medula óssea. Apesar de
não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma
saída para "substituir"
a medula improdutiva por uma sadia. Leucemia: É um tipo de câncer
que
compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua
função e velocidade de crescimento. O transplante surge
como uma forma de tratamento complementar aos tratamentos convencionais.
Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um exame clínico para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10% do seu peso. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.
Como é o transplante para o paciente?
Depois de se submeter a um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras, que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de 2 a 3 semanas, necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre são quase uma regra no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.
Quais os riscos para o paciente?
A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova "memória" e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.
Quais os riscos para o doador?
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia geral, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 10%). Esta pequena cirurgia tem duração de aproximadamente 90 minutos e consiste de 4 a 8 punções na região pélvica posterior para aspiração da medula. Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada avalia as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
O que é compatibilidade?
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade tecidual entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade tecidual é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6. Por isso, devem ser iguais entre doador e receptor. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. O laboratório do Centro de Transplante de Medula Óssea funciona no Hospital dos Servidores do Estado. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 35%.
O que fazer quando não há um doador compatível?
Quando não
há um doador aparentado (um irmão ou outro parente
próximo, geralmente um dos pais), a solução
é procurar um
doador compatível entre os grupos étnicos (brancos,
negros
amarelos....) semelhantes. Embora, no caso do Brasil, a mistura de
raças
dificulte a localização de doadores, é
possível
encontrá-los em outros países. Desta forma surgiram os
primeiros
Bancos de Doadores de Medula, em que voluntários de todo o mundo
são cadastrados e consultados para pacientes de todo o planeta.
Hoje, já existem mais de 5 milhões de doadores. O
Registro
Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) coordena a
pesquisa
de doadores nos bancos brasileiros e estrangeiros.
| info@sliba.org.br |
INÍCIO |
Ajude a manter nosso trabalho |